Numa sociedade moderna não faz qualquer sentido a existência de quotas. A administração da Caixa Geral de Depósitos, como qualquer outra, deveria ser nomeada tendo em conta o mérito. Se quiséssemos que toda a gente estivesse representada, então a administração da Caixa teria de representar toda a gente (uma quota para os brancos, outra para os negros; uma quota para os católicos, outra para os não católicos; uma quota para os heterossexuais, outra para os homossexuais; uma quota para a região Norte, outra para a região Sul…).

O mais estranho é que seja o BCE a impor as quotas. As instituições europeias, mais do que quaisquer instituições nacionais, deveriam incentivar a nomeação pelo mérito.

About J.Pinto

Apaixonado pelas matérias da gestão, da fiscalidade e da contabilidade.

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