PCP quer travão na “generalização” da precariedade laboral

O PCP pretende que os jovens à procura do primeiro emprego passem a ter um contrato a termo efetivo, em vez de serem contratados por tempo determinado. O PCP pensa que pode mandar nas empresas privadas como manda nas empresas públicas e na Administração Pública. Se as empresas fossem obrigadas a celebrar vínculos efetivos com os jovens, deixariam de  os contratar. O PCP não percebe que as empresas (e as pessoas) não são obrigadas a contratar; só contratam se lhes convier e se quiserem.

Numa altura em que a taxa de desemprego está a aumentar, seria imprudente e contraproducente dificultar ainda mais a entrada das pessoas nas empresas. É claro que o governo pode fazer o que quiser na Administração Pública (muitas das vezes criando desigualdades relativamente aos funcionários que trabalham no sector privado), mas nas empresas privadas este tipo de medidas faria aumentar ainda mais a precariedade (exatamente o que eles querem evitar), uma vez que estar desempregado é muito mais precário do que estar empregado.

About J.Pinto

Apaixonado pelas matérias da gestão, da fiscalidade e da contabilidade.

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