Alguns partidos políticos portugueses, com o apoio e o incentivo da comunicação social, andam num alvoroço populista e mediático. Ao mesmo tempo que dizem defender a democracia e a constituição, apelam ao Partido Socialista (PS) para que forme um governo de esquerda, uma vez que a maioria dos deputados eleitos é de esquerda. Já não se importam com o partido (ou a coligação) mais votado; dizem agora que não deve ser o partido mais votado a formar governo, mas o PS. Os partidos da extrema-esquerda, como é habitual, são muito democratas, mas apenas quando os resultados são favoráveis. Se forem desfavoráveis, interesses mais altos se levantam.

Em termos estratégicos, é normal que o PS não embarque nesta conversa; a aceitação de uma coligação com o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda seria o suicídio do partido.

About J.Pinto

Apaixonado pelas matérias da gestão, da fiscalidade e da contabilidade.

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