Como sabemos, há estados mais protecionistas e estados menos protecionistas. Do ponto de vista económico (circulação de mercadorias), os estados podem adotar medidas protecionistas limitando as importações de bens de outros países e/ou subsidiando as exportações para outros países. As limitações de importações podem ser concretizadas através de taxas alfandegárias e/ou de limites quantitativos às importações (por exemplo, através das quotas de importação); os incentivos às exportações podem ser materializados através de subsídios que os estados dão às empresas que optem por exportar mais.

Estas medidas podem ter um impacto positivo no curto prazo, uma vez que se repercutem de forma positiva na balança comercial, mas no longo prazo as consequências são catastróficas. As empresas que pertencem ao país protegido não têm incentivos para utilizarem e explorarem as verdadeiras vantagens competitivas.  Em vez de se focarem na produção e comercialização de produtos em que possuem mais vantagem competitiva, as empresas continuam a fabricar e a comercializar produtos protegidos pelo estado (seja através dos limites às importações ou através dos subsídios às exportações).

About J.Pinto

Apaixonado pelas matérias da gestão, da fiscalidade e da contabilidade.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s