Qualquer pessoa que tivesse um conhecimento mínimo de quais foram as razões da crise grega conseguia antever que o caminho iria ser penoso para os gregos, fosse qual fosse a posição tomada (continuar na Europa e aceitar as medidas impostas ou sair do Euro e seguir o seu próprio caminho). Até o primeiro-ministro grego, recém eleito, que chegou a defender a saída do euro como um caminho mais virtuoso, vem agora dizer que o “outro caminho” é pior.

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Como demonstra a opção tomada pelo primeiro-ministro grego, o “outro caminho” tem elevados riscos e por isso a austeridade até é capaz de ser o melhor caminho. No entanto, a austeridade não valerá de nada se não for feito o essencial. E o essencial tem de passar obrigatoriamente pelo equilíbrio das contas públicas e por um conjunto de reformas que permitam tornar a economia grega mais competitiva. Se o desequilíbrio das contas públicas se mantiver e se nada for feito para tornar a economia grega mais competitiva, o tempo trará aos gregos um caminho muito sinuoso.

About J.Pinto

Apaixonado pelas matérias da gestão, da fiscalidade e da contabilidade.

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