Os governos e restantes gestores públicos deveriam facilitar a vida a quem quer investir. Impostos baixos, simplificação de processos e licenças, estabilidade e simplificação dos códigos tributários deveriam ser, entre outros, alguns dos objetivos mais prementes do governo e das câmaras municipais.

Nos últimos anos, as autarquias têm atribuído alguns benefícios fiscais a empresas que pretendam investir na região. Estes benefícios fiscais têm permitido captar investimento privado e criar postos de trabalho. Apesar de positivo (é melhor do que não haver investimento), não percebo porque é que tem de ser a câmara municipal ou o governo a escolher quais são as empresas e os sectores que beneficiam de tais incentivos. Os incentivos deveriam ser transversais.

Guimarães atrai investimentos de 18 milhões de euros

Guimarães é uma região com enorme potencial turístico, pelo que a aposta nesta área parece-me acertada, mas porque é que um empreendedor que pretenda construir, por exemplo, uma empresa têxtil não tem automaticamente o mesmo benefício?  Porque é que uma empresa do sector hoteleiro teve incentivos fiscais e outra empresa no mesmo sector não tem?

About J.Pinto

Apaixonado pelas matérias da gestão, da fiscalidade e da contabilidade.

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