O sector do calçado é dos mais dinâmicos e competitivos da economia portuguesa. A aposta deste sector em produtos de elevado valor acrescentado tem-lhe trazido maior competitividade. Apesar da competitividade, o sector do calçado ainda tem muito por onde crescer. A maior parte das empresas do sector trabalha em regime de subcontratação (produção para outras marcas), pelo que a aposta na marca própria tem de ser, a médio/longo prazo, um objetivo claro.

É exatamente por isso que, neste artigo, destaco o último parágrafo.

 O segmento de “private label” (produção para outras marcas) é responsável por mais de 90% das vendas do grupo. As marcas próprias Stilleto, J. Reinaldo e Ten Toes geram apenas “8% a 10%” da facturação, sendo objectivo do dono e presidente da Carité fazer crescer esta performance “para 20/25% daqui a cinco anos”. Nesse sentido, está a explorar a entrada em novos mercados, inclusive na gigante China, onde já começou a participar nas grandes feiras de moda em Xangai. 

About J.Pinto

Apaixonado pelas matérias da gestão, da fiscalidade e da contabilidade.

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