Não me tenho cansado de louvar a evolução das exportações portuguesas ao longo dos últimos anos. Apesar de continuarmos a atravessar um período de estagnação económica, as empresas portuguesas estão a adaptar-se às exigências do mercado e a ganhar quota nos mercados externos.   Ao contrário do Estado, que não se consegue adaptar às suas reais capacidades, as empresas portuguesas têm evidenciado uma elevada capacidade de adaptação e estão cada vez mais competitivas.

O resultado das exportações não é consequência direta de medidas adotadas por este ou por aquele governo, mas é o resultado do esforço dos empresários e dos trabalhadores portugueses. Portugal só pode sair deste buraco se houver muitas e boas empresas. No entanto, não é o Estado que define quais são os bons ou os maus negócios; não deve ser o Estado a definir quais são as melhores ou as piores áreas para investir.

O Estado tem mostrado que não tem capacidade nem força para pôr a sua casa em ordem; como é que pode ser ele a definir o que os outros devem fazer?

Podemos verificar no quadro abaixo apresentado que as exportações portuguesas cresceram 5,6% em maio, em comparação com o mesmo mês do ano anterior. De notar que os 4 268 milhões de euros relativos ao valor das exportações feitas durante o mês de maio representam mais um recorde mensal.

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About J.Pinto

Apaixonado pelas matérias da gestão, da fiscalidade e da contabilidade.

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