Muitas pessoas continuam a acreditar que deve ser o governo a decidir as principais linhas orientadoras, tanto em termos sociais como económicos.  É o governo que deve decidir onde e quando é que as empresas devem investir; é o governo que sabe quais são os sectores mais atrativos e os modelos de negócio mais viáveis.

O Estado, que não é capaz de gerir com sapiência algumas das empresas que possui, tem a capacidade de identificar e saber quais são as áreas de negócio em que os outros devem investir. É contraproducente. Não faz qualquer sentido que assim seja.

Em função desta posição que lhe é atribuída, o governo decide incentivar determinadas empresas e sectores, descaracterizando a competitividade entre as empresas e, muitas vezes, apostando em sectores que não são tão atrativos como eles creem que são.

About J.Pinto

Apaixonado pelas matérias da gestão, da fiscalidade e da contabilidade.

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