Governo lança produto de poupança e gera conflitos com bancos e gestoras de fundos

Este novo produto de financiamento do Estado e de poupança dos aforradores lançado pelo governo irá concorrer com os fundos e os depósitos a prazo, pelo que é normal que as entidades gestoras de fundos mobiliários e imobiliários e os bancos não fiquem muito contentes com este novo produto do Estado. As taxas oferecidas aos aforradores são bastante aliciantes, pelo que é normal que haja muitas pessoas que prefiram aplicar o seu dinheiro neste produto em detrimento da aplicação em fundos e nos depósitos a prazo.

Apesar da preocupação dos bancos (que é normal), o Estado, com este produto, poderá resolver dois problemas: por um lado, consegue financiar-se recorrendo a outras formas de financiamento, libertando e deixando espaço para que os bancos emprestem dinheiro às pessoas e às empresas (não podemos esquecer que são os bancos – nacionais e estrangeiros – os maiores financiadores do Estado); por outro lado, fica menos dependente dos bancos. Os bancos é que terão de encontrar novas formas de atrair aforradores e de investir o dinheiro dos seus clientes.

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About J.Pinto

Apaixonado pelas matérias da gestão, da fiscalidade e da contabilidade.

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